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Em uma atividade interdisciplinar de matemática e cultura, uma professora propôs que seus alunos analisassem padrões geométricos presentes na cestaria produzida por comunidades indígenas baianas, como os Pataxó e os Tupinambá. Ao observar os trançados simétricos e as formas repetitivas, os estudantes foram convidados a modelar essas estruturas matematicamente, relacionando-as a conceitos da geometria. Com base na perspectiva etnomatemática, qual das alternativas abaixo apresenta uma prática pedagógica coerente com esse tipo de modelagem cultural?
Aplicar exclusivamente fórmulas de área e perímetro em figuras abstratas, sem explorar o contexto cultural ou a função social dos cestos na comunidade indígena.
Reproduzir os cestos indígenas com materiais industrializados, priorizando a estética moderna sobre as técnicas tradicionais de trançado.
Analisar os padrões de simetria, proporcionalidade e rotação dos trançados, incentivando a reconstrução dos desenhos com base em seus próprios algoritmos gráficos.
Solicitar que os estudantes substituam os trançados indígenas por figuras geométricas planas comuns, como quadrados e círculos, desconectando os elementos visuais dos significados culturais originais.
Estudar apenas a nomenclatura matemática formal (ângulos, vértices, eixos), sem permitir a observação direta ou a manipulação dos objetos culturais reais.