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Ao final de um bimestre, um professor de educação especial...

Ao final de um bimestre, um professor de educação especial precisa colaborar com o professor da sala comum na elaboração do parecer descritivo de um aluno com deficiência intelectual. O objetivo é documentar o progresso do estudante e fornecer subsídios para o planejamento futuro, superando a lógica meramente classificatória da avaliação. A prática avaliativa, nesse Ao final de um bimestre, um professor de educação especial precisa colaborar com o professor da sala comum na elaboração do parecer descritivo de um aluno com deficiência intelectual. O objetivo é documentar o progresso do estudante e fornecer subsídios para o planejamento futuro, superando a lógica meramente classificatória da avaliação. A prática avaliativa, nesse


A

A avaliação somativa, com foco na classificação final do aluno, que aplica testes padronizados ao final do período letivo para gerar uma nota numérica, sendo este o principal critério para decidir sobre a aprovação ou retenção do estudante, independentemente de seu processo de desenvolvimento.


B

A avaliação qualitativa, que resulta em um parecer descritivo genérico e subjetivo, baseado em impressões pessoais do professor, sem a necessidade de registros sistemáticos ou de evidências do processo de aprendizagem, focando primordialmente nos aspectos comportamentais do aluno.


C

A avaliação formativa, de caráter processual e contínuo, que utiliza múltiplos instrumentos (como portfólios, observações e registros) para analisar os avanços e as dificuldades do aluno em relação aos objetivos individualizados, servindo como base para o replanejamento das estratégias pedagógicas.


D

A avaliação diagnóstica, realizada exclusivamente no início do ano letivo, que elabora um parecer focado unicamente nas incapacidades e limitações do aluno, com o objetivo de justificar a necessidade de um currículo reduzido e de metas de aprendizagem inferiores às da turma.