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Leia a situação hipotética abaixo.
Durante uma sequência de alfabetização no 1º ano, a professora propõe a escrita de convites para uma feira da escola. No processo, observa que algumas crianças representam apenas partes das palavras, outras utilizam letras aleatórias e algumas já articulam fonemas e grafemas com mais precisão. Ao invés de corrigir, a professora incentiva que expliquem o que escreveram, compara produções e promove discussões coletivas sobre o que “as letras estão dizendo”. Nesse contexto, o encaminhamento que integra avanço conceitual sobre o sistema e uso social da escrita é:
eleger palavras de alta circulação do convite, formular hipóteses e testá-las por leitura pública dirigida ao destinatário; registrar decisões ortográficas em repertório estável e retomar a reescrita em duplas.
padronizar o gênero por coautoria com rubrica e banco de modelos, alternando cópia criteriosa e preenchimento de lacunas para assegurar formato e legibilidade.
realizar um ciclo intensivo de consciência fonêmica/ortográfica com pares mínimos retirados do vocabulário do convite e suspender a produção textual até estabilizar grafias, evitando fossilização de hipóteses incorretas.
manter o propósito comunicativo como foco principal e produzir convites autênticos com revisão apenas de legibilidade global, evitando tratar correspondências fonema-grafema para não deslocar o objetivo social da atividade.