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Em 2008, com a promulgação da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, tem-se uma referência mais específica no que se refere à avaliação pedagógica, ou avaliação da aprendizagem. Segundo o documento, a avaliação é um processo dinâmico que considera o conhecimento prévio do educando, bem como seu nível atual e as possibilidades de aprendizagem. Diante dessa perspectiva, é INCORRETO afirmar:
Segundo essa perspectiva de Avaliação, o processo precisa se configurar como uma ação pedagógica processual e formativa que analisa o desempenho do aluno em relação ao seu progresso individual, prevalecendo na avaliação os aspectos qualitativos que indiquem as intervenções pedagógicas do professor.
No processo de avaliação, o professor deve criar estratégias considerando que alguns alunos podem demandar ampliação do tempo para a realização dos trabalhos e o uso da Língua de sinais, de textos em Braille, de informática ou de tecnologia assistiva como uma prática cotidiana.
Não existe necessidade de adaptação da Avaliação nem utilização de recursos assistivos, pois isso demandaria muito tempo de trabalho pedagógico do professor(a).
Para que a Educação Inclusiva se torne efetiva, um dos caminhos é pensar em práticas avaliativas que garantam o acesso e permanência a todos(as) os(as) alunos(as).
O processo de avaliação deve servir de indicativo ao processo de Planejamento docente, posto que o professor necessita de flexibilização para atender as particularidades em caso de Inclusão educacional.