Imagem de fundo

Em um grupo de orientação familiar coordenado pelo pedagogo...

Em um grupo de orientação familiar coordenado pelo pedagogo de um CAPS, uma mãe relata sentir-se culpada pela condição do filho e demonstra dificuldade em aceitar que ele participe de atividades comunitárias sem sua supervisão direta. Outros familiares presentes compartilham sentimentos semelhantes de sobrecarga e medo. Considerando os princípios do modelo assistencial de base comunitária e o papel da orientação familiar na reabilitação psicossocial, a condução adequada dessa situação pelo pedagogo seria:


A

Orientar os familiares a manterem vigilância constante sobre os usuários, evitando situações de risco que possam comprometer a estabilidade clínica alcançada no processo terapêutico.


B

Acolher os sentimentos expressos pelos familiares e facilitar um processo dialógico no qual possam compartilhar experiências, ressignificar concepções sobre autonomia e construir coletivamente estratégias que equilibrem cuidado e promoção de independência dos usuários.


C

Esclarecer tecnicamente aos familiares que sentimentos de culpa são irracionais e prejudiciais ao tratamento, orientando-os a adotar postura mais objetiva e menos emotiva em relação à condição dos usuários.


D

Organizar palestras com profissionais especializados sobre transtornos mentais e tratamentos disponíveis, enfatizando a importância da adesão medicamentosa e do cumprimento rigoroso das recomendações da equipe.