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Em uma reunião de equipe multiprofissional de um CAPS II, discute-se o caso de um usuário de 34 anos com histórico de internações psiquiátricas recorrentes. A psicóloga relata avanços na estabilização emocional, enquanto o assistente social destaca a fragilidade dos vínculos familiares. O pedagogo é questionado sobre sua contribuição específica ao caso. Considerando o papel do pedagogo em contextos institucionais de saúde mental e sua articulação com o desenvolvimento biopsicossocial, a intervenção adequada seria:
Aplicar testes psicopedagógicos padronizados para identificar possíveis déficits cognitivos decorrentes do transtorno mental, definindo estratégias de reforço baseadas nos resultados quantitativos obtidos.
Elaborar um plano de escolarização compensatória focado na recuperação de conteúdos curriculares defasados, priorizando a inserção do usuário em programas de educação de jovens e adultos como meta central do acompanhamento.
Aguardar a estabilização completa do quadro clínico para iniciar qualquer intervenção educativa, uma vez que processos de aprendizagem exigem controle prévio dos sintomas psiquiátricos.
Propor atividades pedagógicas que explorem as potencialidades criativas e relacionais do usuário, articulando processos de aprendizagem com a reconstrução de sua identidade social e o fortalecimento de vínculos comunitários.