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Um pedagogo coordena uma oficina de jardinagem em um CAPS com 12 participantes. Na terceira sessão, observa que três usuários dominam as decisões sobre o cultivo, enquanto os demais permanecem passivos. Um usuário específico se recusa sistematicamente a participar das atividades práticas, limitando-se a observar. Ao analisar essa dinâmica grupal sob a perspectiva dos grupos operativos e da metodologia de condução de oficinas terapêuticas, a intervenção pedagogicamente adequada seria:
Manter a estrutura atual da oficina, respeitando as lideranças naturais que emergiram no grupo como forma de organização espontânea e saudável das relações interpessoais.
Problematizar a dinâmica observada junto ao grupo, facilitando a reflexão coletiva sobre os papéis assumidos, estimulando a experimentação de novas formas de participação e acolhendo os diferentes modos de vinculação com a atividade proposta.
Individualizar as atividades da oficina, criando canteiros separados para cada participante a fim de evitar conflitos de liderança e garantir que todos produzam resultados tangíveis.
Redistribuir as tarefas de forma equitativa e obrigatória, estabelecendo rodízio de funções que garanta participação igual de todos os membros nas etapas do cultivo.