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As práticas avaliativas na educação básica devem ser orientadas por princípios éticos, pedagógicos e formativos, considerando as especificidades de cada etapa do desenvolvimento. Enquanto na educação infantil a avaliação observa os processos e experiências vividas, no ensino fundamental exige-se uma articulação entre registros qualitativos e expectativas de aprendizagem. Com base nas informações descritas, considera-se que:
A avaliação no ensino fundamental deve priorizar a classificação por níveis de proficiência, pois é a forma mais eficiente de alinhar a prática docente aos objetivos estabelecidos nas avaliações externas.
A avaliação na educação infantil deve ocorrer de forma contínua e descritiva, observando os percursos de aprendizagem, sem o uso de notas ou menções classificatórias que hierarquizem as crianças.
O uso de registros sistemáticos na educação infantil tem como finalidade organizar dados que possam futuramente compor indicadores de aprendizagem e alimentar bases institucionais de controle pedagógico.
A avaliação em ambas as etapas deve ser centrada nos resultados de aprendizagem, com foco nos desempenhos mensuráveis, pois são eles que garantem evidências objetivas do avanço escolar do aluno.
A adoção de instrumentos padronizados é recomendada desde os primeiros anos do ensino fundamental, pois assegura critérios uniformes e facilita o monitoramento do desempenho escolar ao longo da trajetória educativa.