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Leia o registro de uma atividade desenvolvida com crianças na educação infantil.
“Durante o recreio, Teresa propõe uma brincadeira de amarelinha à turma. Voltando à sala de aula, sugere que todas as crianças façam a representação gráfica da atividade. Surgem reclamações de vários cantos: ‘Não sei desenhar’, ‘Como faz isso?’, ‘É difícil’, ‘Não quero fazer’, ‘Pode desenhar outra coisa?’
- Não tem problema. Vou fazer o modelo para vocês, aí fica mais fácil – diz a professora.
Teresa se dirige ao quadro, faz o traçado da amarelinha e escreve o nome da brincadeira, completando:
- Olha, eu fiz o desenho e escrevi o nome... é só copiar”
(SEBER, Maria da Glória. Psicologia do Pré-escolar: uma visão construtivista. São Paulo: Moderna, 1995, p. 39-40)
A atitude de Teresa denota:
preocupação com o não saber das crianças, então, oferece o modelo, mostrando que age conforme a concepção freireana
sensibilidade às demandas levantadas pelas crianças, apontando que sua ação tem como referência a perspectiva socioconstrutivista
ceticismo em relação às possibilidades de a criança aprender por caminhos diferentes daqueles que ela propõe, indicando que sua prática se baseia na posição empirista-associacionista
perspicácia para perceber que as crianças ainda não tinham atingido a maturidade necessária para realizar a atividade sozinhas, revelando que fundamenta seu fazer na teoria inatista-maturacionista