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Leia o excerto a seguir:
“[...] desejamos chamar a atenção para alguns aspectos que tratam da transformação do olhar do educador para os espaços escolares [...]. Acreditamos que há muito a ser feito no sentido de reconhecer esses espaços como lugares que favorecem diversos aprendizados e compreender o papel dos educadores no processo de desemparedamento de crianças, adolescentes e jovens.”
(Barros, org., 2018)
Em coerência com a perspectiva que subsidia o excerto, é correto afirmar que, na relação com os espaços escolares e os eventuais riscos que esses podem oferecer, os educadores devem
permitir riscos benéficos nos quais as crianças se engajam por livre escolha, conseguem dimensionar as consequências e lidar com elas.
possibilitar total liberdade de movimento e expressão às crianças, pois elas têm plena capacidade de discernir riscos que podem comprometer sua integridade.
evitar quaisquer situações que gerem riscos às crianças, compreendendo que a educação escolar deve ser, por essência, separada das situações educativas informais.
garantir espaços seguros e com riscos calculados de modo a privilegiar o exercício cognitivo, que é soberano na construção do conhecimento.
planejar intencionalmente a disposição de riscos às crianças, de modo a disciplinar o corpo infantil para o exercício intelectual e as exigências sociais futuras.