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Um psicólogo escolar sugere a medicalização de uma criança que apresenta comportamentos de dispersão e inquietude em sala de aula. A professora, entretanto, argumenta que tais comportamentos se intensificam apenas em atividades excessivamente expositivas e que a criança demonstra concentração em propostas mais dinâmicas. A posição da professora:
Demonstra desconhecimento das práticas pedagógicas, transferindo a responsabilidade do processo educativo para a família.
Apoia-se na visão de que a aprendizagem depende exclusivamente de fatores biológicos e genéticos, independentemente da ação educativa.
Alinha-se à crítica à medicalização, entendendo que nem todo comportamento diferente deve ser tratado como patologia.
Reforça a necessidade de diagnóstico clínico imediato, pois a escola não possui condições de avaliar processos subjetivos.


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