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A implementação curricular demanda articulação entre BNCC, PNE, LDB e contextos socioterritoriais. A escola constrói percursos formativos situados, registra decisões, mobiliza planejamento participativo e avalia coerência entre direitos de aprendizagem, equidade e critérios formativos. Esses processos dependem de leitura crítica de diretrizes e negociação coletiva. Assinale a alternativa que sintetiza de maneira plenamente coerente esse quadro.
Os referenciais nacionais se consolidam como matrizes universais, dispensando análise territorial e integração às dinâmicas socioculturais da comunidade escolar.
A organização curricular amplia flexibilidade institucional quando desobriga a contextualização e prioriza apenas alinhamento formal aos documentos nacionais.
O planejamento participativo articula competências gerais, metas do PNE e princípios da LDB, assegurando coerência entre direitos de aprendizagem e percursos locais.
A autonomia curricular escolar se fortalece ao decrescer o uso de rubricas, indicadores comuns e registros que orientam progressão e análise de aprendizagem.
A formalização curricular alcança consistência quando dissocia metas nacionais de demandas locais, priorizando exclusivamente habilidades isoladas.