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Considerando reflexões sobre o processo de aprendizagem da leitura e da escrita, observa-se que esse desenvolvimento não se restringe a uma habilidade mecânica, mas envolve dimensões cognitivas e sociais. Com base nessa ideia, é correto afirmar que:
A escrita deve ser concebida essencialmente como uma habilidade motora, a ser tremada pela repetição de exercícios gráficos, sem necessidade de articulação com significados.
O ensino da escrita deve ocorrer apenas após os seis anos, quando a criança já apresenta atenção e memória mais amadurecidas, evitando antecipar etapas do desenvolvimento.
A aprendizagem da escrita é um processo que deve ser cultivado em situações significativas, no qual o jogo e o desenho podem atuar como etapas preparatórias para a assimilação funcional da Imguagem escrita.
A função simbólica da escrita só pode ser descoberta pela criança mediante instrução formal e direta, não havendo possibilidade de emergir em contextos espontâneos de brincadeira.
O aprendizado da leitura e da escrita é considerado externo ao desenvolvimento cognitivo, podendo ser alcançado de maneira puramente mecânica, desde que bem estruturado metodologicamente.