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Durante uma atividade de produção textual no 2º ano, a professora percebe que algumas crianças já avançaram no sistema alfabético, enquanto outras ainda usam escritas não convencionais. Apesar disso, todas participam ativamente da leitura coletiva e discutem o sentido do texto produzido. Para que os estudantes possam avançar, a professora planeja atividades que envolvam tanto o estudo do sistema de escrita quanto práticas sociais de leitura e escrita.
A proposta da professora caracteriza uma prática pedagógica alinhada a:
Um modelo que entende que a participação em práticas de leitura só deve ocorrer após a criança atingir a hipótese alfabética.
Uma metodologia que restringe o ensino do sistema de escrita a propostas com níveis lineares de complexidade do mais fácil ao mais difícil.
Uma concepção que articula alfabetização e letramento, integrando o domínio do sistema alfabético com o uso social da leitura e da escrita, conforme previsto na Base Nacional Comum Curricular.
Uma abordagem que separa alfabetização e letramento, priorizando o desenvolvimento das práticas sociais antes do estudo sistemático do código escrito.
Uma proposta que considera que o domínio completo do sistema alfabético deve ocorrer antes de o estudante participar de situações reais de leitura e escrita.