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Sobre a literatura infantil no Brasil e a contribuição de autores como Monteiro Lobato, Ziraldo, Maria Clara Machado e Cecília Meireles, é correto afirmar que:
A produção infantil no Brasil desenvolveu-se sem relação com inovações culturais e manteve modelos tradicionais fixos, sem que autores contribuíssem para mudanças ou ampliação das práticas de leitura infantil.
A literatura infantil brasileira fortaleceu-se com autores que integraram cultura nacional, inovação estética e novas formas narrativas, ampliando repertórios e valorizando a participação ativa da criança como leitora.
A literatura infantil brasileira manteve-se centrada em padrões estrangeiros e não incorporou vozes próprias, evitando adaptações culturais ou propostas estéticas que buscassem dialogar com o imaginário das crianças.
A criação voltada ao público infantil não recebeu influência de movimentos artísticos locais e permaneceu restrita a obras de caráter repetitivo, sem renovação de linguagem ou expansão de temas relevantes.
A trajetória da literatura infantil no país limitou-se à reprodução de formatos convencionais, sem que autores buscassem integrar poesia, narrativa visual, teatro ou outras expressões artísticas ao universo infantil.