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Uma equipe pedagógica de uma escola pública de Educação Infantil discute a elaboração do currículo institucional à luz da Base Nacional Comum Curricular. Durante a reunião, surgem diferentes compreensões sobre como os direitos de aprendizagem e os campos de experiências devem orientar o trabalho docente cotidiano.
Diante desse cenário, uma das professoras afirma:
"A organização curricular da Educação Infantil pela BNCC desloca o foco do conteúdo a ser ensinado para a experiência vivida pela criança. Isso implica entender que o currículo deve emergir das interações, dos contextos e das possibilidades simbólicas que as práticas educativas oferecem."
Com base nessa fala e nas diretrizes da BNCC para a Educação Infantil, assinale a alternativa que apresenta uma compreensão compatível com essa proposta curricular.
A proposta curricular da Educação Infantil na BNCC fundamenta-se na indissociabilidade entre experiências significativas, participação ativa e mediação docente, reconhecendo nos campos de experiências a possibilidade de articulação entre o vivido e o instituído.
Os direitos de aprendizagem orientam o planejamento docente ao descreverem conteúdos sequenciados por faixas etárias, permitindo que a organização curricular mantenha padrões mínimos comuns em âmbito nacional.
A BNCC define os direitos de aprendizagem como marcos avaliativos de desempenho, sendo os campos de experiências utilizados para mensurar os avanços das crianças em diferentes dimensões do conhecimento escolar.
Os campos de experiências estruturam o currículo em torno de eixos disciplinares específicos, e sua principal função é assegurar que as crianças desenvolvam habilidades compatíveis com o processo de alfabetização previsto para o ciclo subsequente.