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Texto para as questões 32 e 33
No debate, Azanha expôs, com clareza, sua concepção e justificativa da Escola de Aplicação em termos de autonomia do professor para, num esforço coletivo, pôr em prática um projeto educativo escolar com vistas a um objetivo comum, semelhante, portanto, às escolas públicas, em todos os seus aspectos: administrativo, técnico, pedagógico.”
GORDO, Nívia; BOTO, Carlota. História da Escola de Aplicação da FEUSP 1976-1986. Revista Iberoamericana do patrimônio histórico-educativo. v.7, 2021.
Qual princípio foi defendido por José Mário Pires Azanha em sua concepção da Escola de Aplicação?
Redução do número de professores e da participação discente no planejamento pedagógico, para maior agilidade e eficácia.
Dependência da escola em relação a orientações pedagógicas elaboradas pela Faculdade de Educação.
Manutenção da EA como espaço elitizado, apartado da realidade da escola pública comum.
Separação entre ensino, pesquisa e extensão, amplificando a função formativa da escola em relação às outras instâncias.
A democratização do acesso e a valorização da diversidade social no interior da escola.