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Segundo Freitas (2014), “a avaliação educacional, quando...

Segundo Freitas (2014), “a avaliação educacional, quando reduzida à função classificatória, torna-se instrumento de exclusão, perdendo sua dimensão ética, política e pedagógica.” O autor defende, portanto, que a avaliação deve ser compreendida como prática reflexiva e formativa, capaz de orientar o ensino e favorecer aprendizagens significativas.


Dessa forma, cabe ao orientador pedagógico, no acompanhamento das práticas avaliativas escolares, compreender que a avaliação deve


A

ocorrer preferencialmente em momentos pontuais, garantindo o registro sistemático do desempenho e facilitando a mensuração dos avanços em relação às metas institucionais.


B

assegurar o controle dos resultados escolares, garantindo a fidelidade entre os objetivos curriculares e as médias numéricas obtidas pelos alunos.


C

priorizar instrumentos padronizados e quantitativos, a fim de permitir a comparação entre turmas e etapas de ensino, promovendo maior objetividade e transparência.


D

articular-se ao processo de ensino e aprendizagem, promovendo a reflexão sobre as estratégias docentes e os modos de aprender dos estudantes, em perspectiva formativa e inclusiva.


E

manter-se como processo técnico e neutro, desvinculado de julgamentos pedagógicos e de decisões que envolvam o contexto social e afetivo dos estudantes.