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Em uma turma de crianças de 4 anos, uma professora observa que um grupo de alunos tem dificuldade em se envolver nas brincadeiras coletivas, preferindo permanecer isolado ou reproduzindo gestos repetitivos. Em vez de forçar a participação imediata, ela passa a observar atentamente essas crianças, propõe situações de mediação por meio de brinquedos e histórias e registra suas reações ao longo das semanas. Essa atitude da professora reflete:
A compreensão de que o brincar é um recurso opcional, útil apenas quando há interesse espontâneo da criança.
Uma abordagem avaliativa centrada em testes de desempenho e observação padronizada de comportamentos.
A priorização de objetivos cognitivos sobre aspectos afetivos, emocionais e sociais do desenvolvimento infantil.
A concepção de avaliação formativa e observacional, que reconhece a singularidade do desenvolvimento infantil e valoriza o registro contínuo.