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Durante muito tempo a alfabetização foi entendida como mera sistematização do “B + A = BA”, isto é, como a aquisição de um código fundado na relação entre fonemas e grafemas. Em uma sociedade constituída em grande parte por analfabetos e marcada por reduzidas práticas de leitura e escrita, a simples consciência fonológica que permitia aos sujeitos associar sons e letras para produzir/interpretar palavras (ou frases curtas) parecia ser suficiente para diferenciar
o aluno com TDAH do analfabeto.
o alfabetizado do aluno com Transtorno do Déficit de Atenção.
o alfabetizado do aluno com TEA.
o alfabetizado do analfabeto.
o analfabeto do letrado.