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Na obra Pedagogia da Autonomia, Paulo Freire defende que ensinar não é transferir conhe...

Na obra Pedagogia da Autonomia, Paulo Freire defende que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção. Aplicando esse princípio à educação de surdos, o desenvolvimento da autonomia e da independência do aluno depende de uma prática docente que rejeite o assistencialismo e que:


A

priorize a reabilitação da fala como condição única para a independência social do sujeito.


B

adote uma postura bancária, depositando conteúdos programáticos adaptados à deficiência.


C

estimule a curiosidade epistemológica, valorizando a identidade, a cultura surda e a Libras como saberes de experiência feitos.


D

ignore os conhecimentos prévios do aluno para garantir a assimilação total da cultura ouvinte hegemônica.


E

proteja o aluno de debates críticos e políticos, focando exclusivamente no treinamento de habilidades manuais.