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No processo de alfabetização e letramento, compreendidos como ações pedagógicas contínuas, integradas e voltadas ao desenvolvimento das competências de leitura e escrita em contextos significativos, a avaliação da aprendizagem deve ser concebida como um instrumento que subsidia o trabalho docente e respeita os tempos e ritmos dos alunos. Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar que a avaliação deve:
Ocorrer apenas ao final do processo educativo, com a finalidade de verificar resultados prontos, sem considerar o percurso formativo construído durante a alfabetização.
Ter função exclusivamente classificatória e seletiva, priorizando a atribuição de notas em detrimento da compreensão do desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita.
Limitar-se à aplicação de provas padronizadas e instrumentos formais, desconsiderando as observações diárias, as produções dos alunos e os diferentes contextos de aprendizagem.
Acompanhar de forma contínua e processual o desenvolvimento dos estudantes, permitindo ao professor identificar avanços, dificuldades e necessidades específicas, bem como orientar intervenções pedagógicas adequadas ao longo do processo de ensino-aprendizagem.
Desconsiderar os avanços individuais dos alunos, adotando critérios uniformes e rígidos que não respeitam as diferenças de ritmo, estilo e nível de aprendizagem.