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No âmbito da Didática, a avaliação da aprendizagem deve ser compreendida como um processo __________, voltado à compreensão do percurso formativo dos estudantes, e não apenas como um mecanismo __________ de verificação de resultados ao final do ensino.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
classificatório / diagnóstico.
contínuo / classificatório.
somativo / regulador.
pontual / formativo.
A legislação estabelece que, quando necessária, a avaliação da deficiência será realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar, considerando diversos fatores. Sobre este processo, assinale a alternativa correta.
A avaliação deve considerar impedimentos corporais, fatores socioambientais, limitações de atividade e restrições de participação.
A avaliação deve ter como parâmetro o comprometimento físico identificado no exame inicial e confirmado por profissional da área de psicologia.
A análise biopsicossocial deve ser conduzida unicamente por profissionais da área médica.
A deficiência só pode ser confirmada após acompanhamento clínico prolongado.
A avaliação não pode contemplar fatores pessoais e psicológicos, mas sim objetivos e palpáveis de modo que possam ser visíveis ao olho.
Situação hipotética: Um psicopedagogo identifica que um aluno apresenta grande dificuldade de aprendizagem devido a problemas de visão não diagnosticados. Assertiva: A intervenção psicopedagógica deve se limitar a adaptar as atividades em sala de aula, sendo vedado ao profissional orientar a família a buscar uma avaliação médica especializada.
Certo
Errado
A "Pedagogia da Escuta", inspirada na abordagem de Reggio Emilia, redefine o papel do professor e da criança no processo educativo. Sobre os saberes docentes necessários para efetivar essa escuta, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__) A escuta pedagógica exige que o professor suspenda seus julgamentos prévios e esteja aberto às "cem linguagens" da criança, documentando os processos de aprendizagem para tornar visível o pensamento infantil.
(__) A documentação pedagógica é uma tarefa meramente burocrática de preenchimento de diários de classe para a secretaria, não tendo função de reflexão sobre a prática ou de comunicação com as famílias.
(__) O professor, na pedagogia da escuta, atua como um pesquisador constante da infância, observando, registrando e interpretando as ações das crianças para projetar novos contextos de aprendizagem significativos.
(__) A escuta ativa implica concordar com todos os comportamentos da criança, abdicando da intervenção adulta e da mediação de conflitos, pois a criança deve resolver tudo sozinha sem interferência.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
V, V, F, F.
F, V, F, V.
F, F, V, V.
V, F, V, F.
Cipriano Luckesi, ao abordar sobre a avaliação da aprendizagem, numa visão geral, ressalta a diferença entre “examinação” e “avaliação”. Segundo Luckesi (2013), a escola hoje ainda não avalia a aprendizagem do educando, mas sim o examina, ou seja, denominamos nossa prática de avaliação, mas, de fato, o que praticamos são exames. O autor defende que historicamente mudamos o nome, porém não modificamos a prática. Portanto, vivenciamos alguma coisa equívoca: leva o nome, mas não realiza a prática.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudo e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2013.
Analise as afirmativas, e em seguida assinale a alternativa que indica o número de assertivas CORRETAS:
I. Os exames são seletivos ou excludentes. Porque classificatórios, os exames excluem uma grande parte dos educandos. Muitos ficam de fora. A pirâmide educacional brasileira é perversa; o aproveitamento de nossos educandos é estatisticamente muito baixo.
II. Os denominados instrumentos de avaliação, para serem corretos, deveriam ser chamados de instrumentos de coleta de dados para a avaliação, na medida em que testes, provas, redações, monografias, arguições, em si, não avaliam, mas sim coletam dados que descrevem o desempenho provisório do aluno, dando base para a sua qualificação diante de determinados critérios. Por exemplo, um teste não avalia um aluno, mas oferece dados sobre o seu desempenho. Esse desempenho, que pode ser qualificado (avaliado), subsidia uma tomada de decisão sobre o que fazer a partir dessa avaliação.
III. Para trabalhar com avaliação, não necessitamos de mudar nossos instrumentos, necessitamos de mudar nossa postura, ou seja, ao invés de examinar, avaliar. Os resultados de um teste, no caso, podem ser lidos sob a ótica do exame ou sob a ótica da avaliação. Após a correção, se o utilizarmos sob a forma de exame, vamos classificar o aluno, minimamente, em aprovado ou reprovado; mas se o utilizamos sob a ótica da avaliação, vamos qualificar o desempenho provisório do aluno, tendo em vista encaminhar atividades que melhorem seu desempenho, caso este não seja satisfatório ainda. Desse modo, não é o instrumento que caracteriza o ato de examinar ou o ato de avaliar, mas sim a postura de avaliar ou de examinar.
IV. Frente às condições materiais que temos, somos responsáveis pelo pouco de sucesso que nosso sistema educacional tem. Assim sendo, os professores desejam aprender a fazer de outra forma. E, para isso, são necessárias duas coisas: formação e condições materiais de ensino. Formação, na medida do possível, os professores têm buscado. É preciso oferecer-lhes o melhor que temos.
V. Importa observar, em primeiro lugar, que a questão central da prática da avaliação na escola não está nos instrumentos, mas sim na postura pedagógica e consequentemente na prática da avaliação. Por exemplo, é impossível praticar avaliação dentro de um projeto pedagógico tradicional, que espera que o educando “esteja sempre pronto”, daí as provas serem pontuais, como vimos anteriormente. Um projeto pedagógico que sustente uma prática de avaliação tem na sua base a crença de que o ser humano é um ser em desenvolvimento, um ser em construção permanente. A avaliação é um ato subsidiário da obtenção de resultados os mais satisfatórios possíveis, portanto subsidiária de um processo, de um movimento construtivo. Portanto, é um instrumento de busca de construção, por isso funciona articulado com um projeto pedagógico que se assume, que se crê e se efetua construtivamente.
Uma assertiva correta.
Duas assertivas corretas.
Três assertivas corretas.
Quatro assertivas corretas.
Cinco assertivas corretas.
A avaliação da aprendizagem na Educação Infantil deve ser feita por meio de observação, acompanhamento e valorização dos processos percorridos pelas crianças em sua trajetória formativa. Assim, o processo de avaliação precisa ocorrer de maneira CORRETA como:
Classificatória e seletiva, valorizando o processo classificatório.
Baseada em testes padronizados, pois testando as crianças elas precisam se esforçar para aprender.
Voltada para aprovação ou reprovação, meramente, pois o sistema exige.
Quantitativa e comparativa, ou seja, rígida e inflexível, desde a Educação Infantil.
Diagnóstica, contínua e formativa, valorizando o processo formativo das crianças e suas aprendizagens e conquistas.
Analise a seguinte situação: em uma turma do 3º ano do Ensino Fundamental, o professor utiliza registros de observação, portfólios, produções escritas, rubricas analíticas e momentos de autoavaliação para acompanhar o desenvolvimento dos estudantes ao longo de um projeto interdisciplinar.
A respeito da avaliação da aprendizagem nos anos iniciais, assinale a alternativa correta:
Os instrumentos avaliativos permitem reunir evidências de aprendizagem, possibilitando ao professor sintetizar os resultados em registros periódicos.
A avaliação deve articular instrumentos variados e critérios explícitos, acompanhando processos de aprendizagem com intervenções contínuas ao longo do percurso escolar.
O uso de instrumentos avaliativos múltiplos favorece o registro das atividades escolares, permitindo classificar os níveis de rendimento apresentados pela turma.
A avaliação contínua pode utilizar registros diversificados de desempenho, priorizando a sistematização de resultados obtidos ao final de cada etapa de ensino.
A observação sistemática e os portfólios documentam as atividades desenvolvidas, auxiliando na organização administrativa das práticas pedagógicas.
Na perspectiva da Avaliação Mediadora, desenvolvida por Jussara Hoffmann, a avaliação deixa de ser instrumento de controle e passa a ser espaço de diálogo e intervenção pedagógica. Levando-se em consideração essa abordagem e as orientações da Lei de Diretrizes e Bases sobre verificação do rendimento escolar, indique a alternativa certa.
A avaliação mediadora rejeita qualquer forma de diagnóstico das aprendizagens, por entender que diagnosticar significa classificar e rotular os estudantes, reproduzindo lógicas excludentes. Propõe, em substituição, a autoavaliação exclusiva como único instrumento válido de acompanhamento do processo de aprendizagem.
A avaliação mediadora defende que o professor deve abdicar de qualquer forma de registro sistemático do desempenho dos alunos, pois o registro formal engessa o processo avaliativo e impede a espontaneidade do desenvolvimento infantil, sendo incompatível com a abordagem dialógica.
A LDB determina que os sistemas de ensino são impedidos de adotar sistemas de avaliação cumulativa e contínua, simultaneamente, à aplicação de provas finais, devendo optar, exclusivamente, por uma das modalidades em seus regimentos escolares.
Segundo o art. 24, V da LDB , a verificação do rendimento escolar deve prever a possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar e a obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo. Essa orientação é convergente com a avaliação mediadora, que prevê a intervenção pedagógica como resposta ao diagnóstico contínuo das aprendizagens.
Durante um processo avaliativo em uma turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA), um professor observa que os estudantes apresentam trajetórias escolares interrompidas, distintos níveis de apropriação da linguagem escrita e diferentes formas de mobilizar conhecimentos construídos em experiências sociais e profissionais. Ao propor atividades avaliativas, o docente busca compreender não apenas os resultados apresentados, mas os modos pelos quais os estudantes constroem significados ao longo do processo formativo. Considerando os fundamentos teóricos da avaliação da aprendizagem na EJA, é correto afirmar que:
A avaliação organiza-se como procedimento de acompanhamento contínuo, ao estruturar registros que permitem identificar níveis de desempenho e estabelecer parâmetros de progressão no interior das trajetórias formativas dos estudantes.
A avaliação caracteriza-se como mecanismo de regulação pedagógica, ao integrar diferentes formas de verificação que contribuem para ajustar estratégias de ensino em função dos desempenhos observados ao longo do processo educativo.
A avaliação configura-se como prática interpretativa situada, na medida em que considera os percursos formativos singulares dos estudantes e mobiliza evidências processuais para reorientar intervenções pedagógicas no contexto educativo.
A avaliação estrutura-se como prática de análise de resultados, ao articular instrumentos diversificados que possibilitam compreender a evolução dos estudantes em relação aos objetivos estabelecidos no planejamento pedagógico.
No contexto do Ensino Fundamental − Anos Iniciais, a relação entre ensino, aprendizagem, currículo e avaliação é corretamente compreendida quando se reconhece que:
O ensino organiza intencionalmente situações para favorecer a aprendizagem, o currículo orienta os conteúdos e experiências, e a avaliação acompanha o processo formativo do estudante.
A aprendizagem ocorre independentemente do ensino, o currículo é opcional e a avaliação serve apenas para classificar os alunos.
O ensino se limita à transmissão de conteúdos prontos, o currículo é apenas uma lista fixa de disciplinas e a avaliação ocorre apenas ao final do período letivo.
O currículo substitui o ensino, a aprendizagem é espontânea e a avaliação tem caráter exclusivamente punitivo.
Segundo Cipriano Luckesi, a avaliação da aprendizagem, em uma perspectiva democrática, deve romper com práticas classificatórias e excludentes. Nesse sentido, a principal função da avaliação é:
classificar os alunos
punir comportamentos inadequados
qualificar o processo de aprendizagem
preparar o aluno para a competição
Se constitui no processo de Avaliação da Aprendizagem focada na aprendizagem e desenvolvimento dos(as) alunos(as), de maneira a elucidar as formas de acesso e permanência dos(as) mesmos(as) na instituição de ensino:
Avaliação de ordem classificatória, somente.
Somente testes padronizados de avaliação de capacidade intelectual, valorizando a memorização.
Processo de acompanhamento individual do desenvolvimento integral dos(as) alunos(as), valorizando suas potencialidades, conquistas e aprendizagens, de maneira gradativa, processual e formativa.
Resume-se em aplicação de testes padronizados e objetivos.
Trata de provas, exames e classificação dos(as) alunos(as) via índice de aprovação, com caráter excludente.
Durante uma reunião pedagógica, dois professores discutem as dificuldades de aprendizagem dos estudantes. Um deles afirma que essas dificuldades decorrem principalmente das condições individuais dos alunos. O outro defende que a ação pedagógica intencional, aliada à reflexão sobre a prática docente, exerce papel decisivo na promoção da aprendizagem. Considerando os pressupostos contemporâneos sobre ensino, aprendizagem e prática pedagógica, assinale a alternativa mais adequada.
A aprendizagem é influenciada por fatores individuais, sociais e culturais; contudo, a atuação docente deve concentrar-se prioritariamente na organização dos conteúdos curriculares, pois as condições externas à escola possuem influência mais significativa sobre o desempenho dos estudantes.
A mediação pedagógica contribui para ampliar as oportunidades de aprendizagem, mas seu alcance depende essencialmente das capacidades previamente desenvolvidas pelos estudantes, cabendo ao professor adaptar suas expectativas às limitações observadas em cada turma.
A organização intencional do ensino favorece a aprendizagem, embora os resultados dependam principalmente do empenho individual do estudante, sendo a intervenção docente um elemento complementar ao desenvolvimento das capacidades cognitivas.
A aprendizagem constitui um processo contínuo e multidimensional, influenciado pelas interações entre sujeito, meio e conhecimento, cabendo ao professor desenvolver práticas pedagógicas intencionais, reflexivas e mediadoras, capazes de favorecer a construção do conhecimento e de reorientar o ensino conforme as necessidades dos estudantes.
Nas políticas educacionais brasileiras, a avaliação da aprendizagem no ciclo de alfabetização (1º ao 3º ano do ensino fundamental) tem sido compreendida como parte integrante do processo pedagógico. Documentos orientadores indicam que, nessa etapa, a avaliação deve assumir caráter diagnóstico, processual e formativo, permitindo ao professor acompanhar o desenvolvimento das crianças, identificar avanços e dificuldades e planejar intervenções pedagógicas adequadas. Tomando como parâmetro as diretrizes legais e pedagógicas sobre avaliação e retenção nesse ciclo, é correto afirmar que:
A retenção do aluno ao final do ciclo de alfabetização é recomendada como estratégia para assegurar homogeneidade nos níveis de leitura e escrita entre as turmas.
A avaliação deve priorizar instrumentos padronizados e classificatórios, a fim de facilitar comparações entre os alunos e subsidiar decisões de promoção ou retenção.
A reprovação no ciclo de alfabetização constitui como recurso pedagógico necessário, pois estimula esforço individual e superação das dificuldades de aprendizagem.
A avaliação no ciclo de alfabetização deve restringir-se às habilidades de leitura e escrita, consideradas os principais indicadores de desempenho escolar.
O acompanhamento da aprendizagem deve valorizar registros, portfólios e observações sistemáticas, possibilitando identificar avanços e necessidades de intervenção pedagógica.
Ao avaliar a aprendizagem de um aluno com deficiência, o profissional de apoio escolar deve adotar procedimentos que assegurem a inclusão, respeitem as especificidades individuais e considerem o processo de desenvolvimento ao longo do percurso formativo. Nesse contexto, a conduta mais adequada para garantir uma avaliação justa, equitativa e pedagogicamente significativa é:
Utilizar exclusivamente instrumentos padronizados, a fim de assegurar critérios uniformes e idênticos para todos os alunos.
Fundamentar-se prioritariamente em laudos e relatórios médicos, independentemente do desempenho didático-pedagógico apresentado em sala de aula.
Adaptar as técnicas e os instrumentos avaliativos, observando os recursos de acessibilidade, a adoção de adequações razoáveis e a valorização dos progressos individuais no processo de aprendizagem.
Reduzir substancialmente o nível de exigência, evitando a proposição de desafios que possam ocasionar frustração ao aluno.
Restringir o procedimento avaliativo à participação em atividades coletivas em prejuízo do desenvolvimento individual e dos objetivos educacionais estabelecidos.
Souza, et al. (2019), como demais autores que estudam avaliação da aprendizagem, enfatizam que a avaliação se torna um instrumento essencial para a apreciação de informações sobre como está se realizando o processo ensino, desenvolvimento e aprendizagem em seu todo.
SOUZA, A.; LONDE, L.C.N; SANTOS, P.P.; RODRIGUES, A.M. Avaliação Escolar: um desafio entre o real e o ideal. EBR – Educação Básica Revista, vol.5, n.1, 2019.
Sobre a avaliação escolar, analise as assertivas a seguir:
I. “A concepção de aprender a avaliar proposta por Luckesi (2011) significa compreender os conceitos teóricos sobre avaliação, mas, concomitante a isso, aprender a praticar a avaliação, traduzindo-a em atos do cotidiano”.
II. “Podemos aprender sobre avaliação da aprendizagem observando se estamos satisfeitos (ou não) com os resultados de aprendizagem de nossos educandos decorrentes de nossa ação pedagógica”.
III. “A função diagnóstica, que se refere ao conhecimento da realidade através da observação, diálogo e do desenvolvimento de estratégias que possibilitem a caracterização dos espaços, dos sujeitos, das condições a priori”.
IV. “A avaliação exerce a função diagnóstica quando se torna incompatível com o conceito de recuperação paralela de conteúdos”.
Assinale a sequência CORRETA:
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Apenas III e IV.
Apenas I, II e III
I, II, III e IV.
As concepções pedagógicas, ao longo da história, foram sendo estruturadas a partir de distintas teorias do conhecimento e da aprendizagem, as quais se ancoram em pressupostos filosóficos, epistemológicos e psicopedagógicos. Com base nessa perspectiva, analise as proposições a seguir e identifique aquela que apresenta um entendimento coerente com as bases teóricas de sua respectiva abordagem.
A teoria sociointeracionista concebe o conhecimento como construção mediada pela linguagem e pela cultura, sendo a aprendizagem resultante da interação entre sujeitos em contextos historicamente situados.
A abordagem humanista parte do princípio de que o sujeito aprende por condicionamento operante, mediante reforços externos que moldam progressivamente os comportamentos desejados.
Para o behaviorismo, o conhecimento é expressão da interioridade psíquica, sendo produzido pela reflexão consciente do sujeito diante de estímulos simbólicos e abstrações subjetivas.
A perspectiva empirista, ao considerar a razão como instância formadora do juízo, entende a experiência como condição secundária, subordinada à estrutura inata do pensamento lógico-formal.
A pedagogia libertadora concebe a aprendizagem como absorção progressiva de conteúdos sistemáticos, priorizando a repetição orientada para fixação da cultura escolar acumulada historicamente.
Sobre a atual prática do professor decorrente de uma história da avaliação da aprendizagem e dos exames escolares, analise as afirmativas a seguir.
I- A avaliação da aprendizagem é conhecida e utilizada há milênios e tem aproximadamente quinhentos anos de vigência e sistematização desse período no Brasil.
II- Os exames escolares, por sua vez, somente começaram a ser propostos, compreendidos e divulgados a partir de 1930, quando Ralph Tyler cunhou essa expressão para dizer do cuidado necessário que os educadores necessitam ter com a aprendizagem dos seus educandos.
III- Em torno dos exames escolares, existe a preocupação com o fato de que a cada cem crianças que ingressam na escola, somente trinta são aprovadas, ou seja, anualmente, permanece um resíduo de setenta reprovadas, o que, em síntese, significa que elas não têm processado uma aprendizagem satisfatória.
IV- Mesmo com a avaliação da aprendizagem presente no Brasil no final dos anos 1960 e início dos anos 1970 nas escolas do Brasil, públicas e particulares, assim como nos diversos níveis de ensino, praticam-se muito mais exames escolares do que avaliação da aprendizagem.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
III.
II e III.
I e II.
IV.
I e IV.
À luz da psicologia do desenvolvimento, especialmente das abordagens interacionistas, a aprendizagem infantil ocorre predominantemente:
como resultado da maturação neurológica.
por meio da repetição sistemática de estímulos externos.
na interação entre a criança, os outros sujeitos e o contexto sociocultural.
de forma independente das experiências sociais.
No contexto do Ensino Fundamental, a avaliação da aprendizagem, em uma perspectiva formativa, caracteriza-se por um processo contínuo que tem como finalidade principal:
classificar os alunos a partir de resultados quantitativos.
verificar exclusivamente a memorização de conteúdos trabalhados.
acompanhar o desenvolvimento do estudante e reorientar a prática pedagógica.
padronizar o desempenho discente por meio de testes objetivos.