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Pais que entendem qualquer choro como necessidade de mamar (fome) sempre oferecem comida. Se o choro for causado por outro incômodo qualquer, a comida pode proporcionar um certo alívio, mas não é o "remédio" certo. No entanto, comer é um forte instinto de sobrevivência, e a boca é a primeira zona de prazer estimulada em nosso organismo; por isso, dificilmente comer deixará de ser prazeroso, ainda que inadequado.
Se traçarmos uma linha direta sem interferências, a criança cujos pais têm esse tipo de conduta pode tornar-se um adulto que, diante de qualquer contratempo, vai procurar comida em vez de tentar resolver seu problema.
Fonte: TIBA, Içami. Disciplina: limite na medida certa. São Paulo: Editora Gente, 1996.
Diante do exposto no texto, assinale a alternativa CORRETA, que concorda com o autor e estabelece relação com a indisciplina.
A busca por comida em momentos de tensão não interfere na capacidade de lidar com problemas emocionais.
O texto defende que o uso da alimentação para acalmar a criança fortalece sua autonomia emocional.
A questão oral não se relaciona à indisciplina, pois a fase oral é apenas biológica, sem influência no comportamento.
O hábito de comer diante de frustrações é apenas uma preferência alimentar, sem vínculo com padrões de comportamento.
A fixação oral relaciona-se à indisciplina e pode gerar dependências alimentares como fontes de prazer oral.


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