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No campo dos estudos críticos sobre avaliação escolar, Maria Teresa Esteban problematiza a relação entre currículo, avaliação e poder. À luz dessa perspectiva, é correto afirmar que a avaliação, no interior da escola, configura-se como:
Um instrumento neutro e técnico, destinado exclusivamente à mensuração objetiva do desempenho discente.
Um mecanismo de verificação do cumprimento dos conteúdos curriculares prescritos, garantindo a padronização dos resultados educacionais.
Uma prática social e política que produz sentidos, regula aprendizagens e contribui para a inclusão ou exclusão dos sujeitos escolares.
Um procedimento auxiliar do ensino, sem impacto significativo na organização do currículo ou nas relações pedagógicas.