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L. S. Vygotsky, em sua obra sobre "defectologia", apresenta uma visão revolucionária sobre o desenvolvimento da criança com deficiência. Ao discutir a compensação, o autor diferencia o defeito primário do secundário. Com base nessa teoria, é correto afirmar que:
O desenvolvimento da criança com deficiência é qualitativamente inferior, devendo o ensino focar exclusivamente nas funções psicológicas elementares.
A deficiência biológica (primária) impede o desenvolvimento das funções psicológicas superiores, tornando o aprendizado cultural um processo residual.
O foco da intervenção pedagógica deve ser a correção do defeito biológico por meio de exercícios repetitivos e de estimulação sensorial puramente mecânica.
O desenvolvimento humano é mediado culturalmente; portanto, a educação deve atuar sobre as consequências sociais (defeito secundário) da deficiência, utilizando vias alternativas de mediação.