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De acordo com o relatório “Educação sobre Mudanças Climáticas: Percepções e Práticas de Professores no Brasil” (2025), sobre a integração da educação climática nas redes de ensino, assinale a alternativa INCORRETA.
É essencial que a educação sobre mudanças climáticas seja formalmente incorporada aos currículos escolares, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, garantindo que o tema seja tratado de forma contínua e relacionada à realidade cotidiana dos estudantes.
A abordagem do tema deve ser interdisciplinar e transversal, conectando áreas como Ciências, Geografia, Sociologia e Filosofia, de modo a assegurar tanto a compreensão científica quanto o desenvolvimento da consciência socioambiental.
A formação continuada em educação ambiental e climática deve ser assegurada a todos os docentes, independentemente de sua área de atuação, preferencialmente por meio de programas estruturados e realizados durante o horário de trabalho.
A responsabilidade pela agenda climática nas escolas deve ser compartilhada entre diferentes níveis do sistema educacional, incluindo a criação de equipes dedicadas que envolvam secretarias de educação, universidades e instituições de pesquisa.
Para garantir a precisão técnica em nome de uma pretensa neutralidade científica do ensino, a produção de recursos pedagógicos sobre o clima deve ser centralizada nos órgãos federais, evitando-se a adaptação desses materiais às realidades locais e aos saberes tradicionais.