

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Pelo fato de a Matemática ser do campo das exatas, normalmente denominada como uma disciplina “dura”, “pura”, existe a linha de pensamento de que o seu ensino — seja na Educação Básica ou no Ensino Superior — é um campo neutro e sem relações com questões sociais e políticas, como, por exemplo, racismo e gênero. Entretanto, sabemos que é no chão da escola, incluindo o ensino e aprendizagem da Matemática, que práticas e estereótipos raciais encontram um solo fértil para crescer e se reproduzir.
CARVALHO, Ivanildo. Matemática e seu ensino: na esteira da educação das relações étnico-raciais. Recife: Secretaria de Educação e Esportes, 2024.
Com base no texto acima e nas Tendências em Educação Matemática, assinale a interpretação que está mais coerente com a perspectiva da Educação das Relações Étnico-Raciais no ensino de Matemática.
O enfrentamento do racismo é responsabilidade institucional, não das práticas docentes em Matemática.
Estereótipos raciais na escola são produzidos socialmente e não se relacionam ao ensino de Matemática.
A abordagem de questões raciais deve ocorrer sem interferir na organização lógica dos conteúdos matemáticos.
A Matemática é neutra, mas sua aprendizagem ocorre em contextos sociais que podem reproduzir estereótipos.
O ensino de Matemática pode contribuir para a reprodução de desigualdades quando desconsidera seu contexto social.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.