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Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, a história da África deverá ser tratada:
com foco mais preponderante no papel dos europeus, asiáticos e também de alguns africanos no tráfico do período colonial
também em perspectiva positiva, mas evitando-se temas como ancestralidade e religiosidade africana, dado o caráter laico do ensino
também em perspectiva positiva, com um dos focos possíveis na formação compulsória da diáspora, vida e existência cultural e histórica dos africanos e de seus descendentes fora da África
sempre sob a ótica da denúncia, levando aos estudantes o maior conhecimento possível acerca das injustiças sofridas pelos povos africanos, bem como das situações de miséria e discriminações que os assolaram por séculos