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Uma escola para a justiça social poderia, então, ser pensada como a que provê "uma esco...

Uma escola para a justiça social poderia, então, ser pensada como a que provê "uma escolarização igual para sujeitos diferentes, por meio de um currículo comum”.


SACRISTÁN, José Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: Artmed, 2000, p. 126.


Nestes termos, fazendo jus ao seu sentido democrático a escola deveria proporcionar aos alunos, EXCETO:


A

Ajuda no desenvolvimento de suas competências cognitivas, isto é, no aprender a pensar por meio dos conteúdos para desenvolver poderes de reflexão, análise e atuação.


B

Oportunidades de preparação para sua inserção na vida profissional, com uma postura de reprodução de práticas e saberes.


C

Ajuda no desenvolvimento de capacidades de reflexão sobre sua própria subjetividade e sua identidade cultural.


D

Oportunidades de aprender a fazer escolhas morais com discernimento, isto é, aprender a pensar e a atuar eticamente de modo a formar um código de ética consistente com valores humanistas e democráticos.


E

Meios de compreender e apreciar experiências estéticas e participar em atividades criativas.