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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) tem suscitado debates no campo da Educação Física escolar, especialmente quanto às concepções de conhecimento e às orientações curriculares que apresenta. Ao analisar criticamente a BNCC de Educação Física à luz da teorização curricular, Neira (2018) aponta limites e tensões entre o documento oficial e as discussões contemporâneas da área. Com base na análise desenvolvida pelo autor, assinale a alternativa que apresenta a sua principal crítica.
O documento prioriza a racionalidade técnica e retoma princípios tecnocráticos, afastando-se do debate crítico contemporâneo da área
A BNCC estabelece excessiva autonomia curricular aos professores, eliminando qualquer orientação sobre competências e habilidades.
O documento substitui os conteúdos da cultura corporal por conteúdos voltados ao condicionamento físico.
A BNCC abandona a organização por competências e passa a adotar objetivos de aprendizagem com base em desempenho esportivo.