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No contexto da Educação Especial, o planejamento pedagógico deve ser compreendido como um instrumento de mediação que articula o currículo comum às especificidades de cada aluno com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação. Nesse sentido, é CORRETO afirmar que o planejamento na Educação Especial deve:
Consolidar a uniformidade dos procedimentos metodológicos e a padronização das avaliações formativas, assegurando que o desempenho cognitivo desses alunos seja quantificado mediante critérios padronizados pela escola aplicáveis a todos os alunos com deficiências.
Priorizar a fragmentação dos conteúdos programáticos e a simplificação dos objetivos de aprendizagem previstos pelo professor, estabelecendo um percurso de aprendizagem paralelo que minimize a exigência cognitiva em detrimento da convivência social harmoniosa.
Viabilizar a flexibilização das estratégias de ensino e a diversificação dos recursos didáticos, visando eliminar barreiras que impeçam o pleno acesso ao conhecimento e a efetiva participação do educando no ambiente escolar regular.
Ratificar a necessidade de atendimentos clínicos especializados e a segregação das atividades complementares, promovendo o desenvolvimento de competências específicas em espaços isolados para garantir a eficácia do suporte terapêutico nas práticas pedagógicas.