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A inserção das discussões sobre sexualidade no currículo escolar tem sido objeto de debates pedagógicos, éticos e socioculturais, especialmente diante da diversidade de contextos históricos e das transformações contemporâneas nas relações humanas. Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
A abordagem curricular da sexualidade deve restringir-se aos aspectos biológicos e reprodutivos, evitando discussões psicossociais e culturais que possam interferir na neutralidade do ensino.
A educação sexual escolar possui finalidade normativa, devendo orientar comportamentos considerados socialmente adequados e desestimular debates relacionados à diversidade de identidades e experiências humanas.
O tratamento curricular da sexualidade requer abordagem interdisciplinar e ética, contemplando dimensões biológicas, psicológicas, sociais e históricas do desenvolvimento humano ao longo das diferentes etapas da vida.
As discussões sobre sexualidade no espaço escolar tornam-se inadequadas na infância e adolescência, pois temas relacionados à identidade, afetividade e gênero dependem da maturidade alcançada na vida adulta.