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As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para a Educação Básica estabelecem princípios para a organização curricular das escolas brasileiras e ressaltam a importância da Arte como componente formativo que contribui para o desenvolvimento cultural, sensível e crítico dos estudantes. Nesse contexto, o documento destaca o papel do professor no planejamento pedagógico, na elaboração do plano de aulas e na articulação entre teoria e prática, considerando também a diversidade cultural brasileira — incluindo manifestações artísticas indígenas, afro-brasileiras e populares.
A Imagem 1 representa um professor trabalhando com estudantes a observação e produção de grafismos inspirados na arte indígena brasileira.
Imagem 1

(Imagem gerada por Inteligência Artificial a partir de instruções dadas a ela em 24/03/2026).
A partir do exposto, assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com as DCNs, a Arte no currículo escolar deve ser utilizada principalmente como atividade recreativa ou complementar às disciplinas consideradas centrais, como matemática e língua portuguesa. Assim, o planejamento das aulas de Arte não exige fundamentação teórica específica nem a articulação entre produção artística e reflexão cultural.
Segundo as DCNs, o Ensino de Arte deve concentrar-se prioritariamente na reprodução técnica de obras consagradas da tradição europeia, pois essas produções são consideradas modelos universais de beleza. Nesse sentido, práticas como a análise de grafismos indígenas ou manifestações culturais locais não possuem relevância pedagógica significativa dentro do planejamento curricular escolar.
As Diretrizes Curriculares Nacionais defendem que o Ensino de Arte seja conduzido principalmente por meio de atividades livres e espontâneas, nas quais o professor evita qualquer forma de planejamento ou orientação pedagógica. Dessa forma, o processo criativo do estudante deve ocorrer sem mediação docente, pois o desenvolvimento artístico seria consequência natural do crescimento do aluno.
As Diretrizes Curriculares Nacionais indicam que o Ensino de Arte deve integrar teoria e prática, permitindo ao estudante compreender a produção artística como forma de conhecimento e expressão cultural. Nesse processo, o professor planeja atividades que envolvem apreciação, criação e reflexão estética, considerando diferentes matrizes culturais — como as artes indígenas e afro-brasileiras — o que pode ser exemplificado pela proposta pedagógica representada na Imagem 1.
As Diretrizes Curriculares Nacionais propõem que o Ensino de Arte esteja restrito ao estudo da história da Arte ocidental, priorizando a análise teórica de obras e movimentos artísticos. Nesse modelo, atividades práticas de criação artística ou a exploração de manifestações culturais brasileiras são consideradas secundárias no planejamento das aulas.