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Na obra Inclusão escolar: o que é? por quê? como fazer?, Maria Teresa Eglér Mantoan, no capítulo “Inclusão escolar: como fazer?”, afirma que mudar a escola exige enfrentar muitas frentes de trabalho. Assinale a alternativa que reproduz uma dessas frentes indicadas pela autora.
Reorganizar pedagogicamente as escolas, promovendo espaços institucionais de cooperação, escuta, participação coletiva, responsabilidade compartilhada e revisão permanente das práticas pedagógicas, de modo que professores, gestores, funcionários, estudantes e famílias possam construir uma cultura escolar comprometida com a inclusão.
Recriar o modelo educativo escolar, articulando currículo, avaliação, formação docente, gestão democrática e participação da comunidade, para que a escola deixe de funcionar com base em padrões seletivos e passe a organizar suas práticas em torno da aprendizagem de todos os estudantes, sem distinções excludentes.
Garantir aos alunos tempo, liberdade e acompanhamento pedagógico para aprender, assegurando estratégias de ensino que reconheçam diferentes percursos escolares e valorizem formas variadas de participação.
Formar e valorizar continuamente o professor, criando condições para que ele ensine a turma toda, sem exceções, com práticas pedagógicas abertas às diferenças e aos desafios da inclusão escolar.
Reorganizar pedagogicamente as escolas, abrindo espaços para que a cooperação, o diálogo, a solidariedade, a criatividade e o espírito crítico sejam exercitados nas escolas, por professores, administradores, funcionários e alunos, porque são habilidades mínimas para o exercício da verdadeira cidadania.