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Durante o processo de aprendizagem matemática, um estudante com deficiência visual, usuário do sistema Braille e do Soroban, apresenta dificuldades na compreensão do conceito de frações, especialmente na relação entre parte e todo. Considerando práticas pedagógicas inclusivas, nesse caso, é uma ação adequada
priorizar descrições verbais detalhadas, de modo a compensar a ausência de acesso visual aos registros gráficos.
utilizar representações táteis estruturadas, articuladas a mediações que favoreçam a construção do conceito de fração.
introduzir o conteúdo de forma gradual, restringindo inicialmente o trabalho a operações simples no Soroban.
organizar atividades com foco em procedimentos operatórios, visando à automatização dos cálculos envolvendo frações.
adaptar os instrumentos de avaliação, mantendo a organização didática centrada em registros visuais convertidos em linguagem oral.