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Durante uma aula de matemática sobre noções de multiplicação, a professora da sala comum percebe que um estudante com deficiência intelectual apresenta dificuldade em compreender o conceito abstrato. A profissional de apoio está presente, mas hesita em interferir, aguardando orientações. A professora do AEE, ao ser consultada, propõe o uso de material concreto, como blocos lógicos e situações do cotidiano do aluno, para apoiar a mediação pedagógica. A equipe pedagógica decide se reunir para pensar em estratégias que favoreçam não apenas a compreensão do conteúdo, mas também a participação ativa do estudante nas atividades propostas, respeitando seu ritmo e modo de aprender. Em relação ao processo de ensino-aprendizagem para alunos com necessidades educacionais especiais, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta pedagógica para esse caso.
Esperar que o estudante atinja o mesmo nível de abstração dos colegas antes de propor atividades adaptadas, evitando criar desigualdades no ensino.
Reorganizar a prática pedagógica de forma colaborativa entre os professores, integrando recursos concretos e situações contextualizadas.
Manter a proposta didática inicial e avaliar o estudante com base no seu desempenho, sem alterar objetivos nem estratégias pedagógicas, mantendo a igualdade.
Delegar ao professor de AEE a função de ensinar o conteúdo em outro espaço, utilizando uma abordagem mais eficaz e efetiva.
Oferecer ao estudante atividades alternativas com conteúdos diferentes dos propostos à turma, priorizando a ocupação e o comportamento adequado durante a aula.