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Em uma escola municipal, a professora percebeu que parte de sua turma do 5º ano apresentava dificuldades na interpretação de textos. Em vez de aplicar apenas uma prova bimestral para atribuir notas, ela passou a utilizar diferentes instrumentos avaliativos, como rodas de conversa, produções escritas, registros de observação e autoavaliação dos estudantes. Além disso, revisou seu planejamento com base nos resultados obtidos, reorganizando estratégias e propondo intervenções diferenciadas para atender aos distintos ritmos de aprendizagem. Em reuniões pedagógicas, compartilhou os dados coletados com a equipe escolar, buscando refletir sobre avanços e desafios da turma. Considerando a avaliação como processo contínuo, investigativo e inclusivo, a prática da professora evidencia uma concepção de avaliação que:
Prioriza a mensuração quantitativa da aprendizagem, utilizando diferentes instrumentos apenas para diversificar a atribuição de notas.
Substitui critérios objetivos por percepções subjetivas, dispensando a definição prévia de objetivos e parâmetros de aprendizagem.
Compreende a avaliação como momento final do processo de ensino, destinado a classificar os estudantes conforme seu desempenho individual.
Entende a avaliação como instrumento formativo, voltado ao diagnóstico, à reorientação da prática pedagógica e ao respeito às singularidades dos estudantes.