

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
"Pensar em uma pedagogia própria para a EJA demanda pensar a especificidade de pertencer aos setores populares da sociedade capitalista de produção. Por isso, Arroyo (2007) aponta para a necessidade de olhar para a especificidade de ser povo, de ser trabalhador(a), de ser pessoa jovem e adulta dos setores populares. Ao problematizar a realidade social em que se insere o sujeito da EJA e aferir que um dos primeiros traços que marcam a vida dessas pessoas é o desemprego, o autor chama atenção para o fato de que são, exatamente, essas pessoas que triplicam o trabalho informal".
O trecho do Currículo Base da Educação Infantil e do Ensino Fundamental do Território Catarinense apresentado traça um perfil do indivíduo contemplado na Educação de Pessoas Jovens, Adultas e Idosas, que o mesmo texto também afirma ser constituída por pessoas às qua
Foi negado o direito à educação durante a infância e/ou adolescência, por não se enquadrarem no perfil dos que tinham direito às limitadas vagas ofertadas nas escolas públicas de então.
Foi negado o direito à educação durante a infância e/ou adolescência, seja pela não oferta de vagas, seja pelas inadequações do sistema de ensino ou pelas condições socioeconômicas desfavoráveis em suas vidas, dentre outros fatores.
Foi negado o direito à educação durante a infância e/ou adolescência, por não possuírem o padrão exigido para o ingresso em escolas de ensino regular naquele momento.
Foi negado o direito à educação durante a infância e/ou adolescência, por serem responsáveis pelo sustento de suas famílias.
Foi negado o direito à educação durante a infância e/ou adolescência, por ocasião do momento político vivido no Brasil durante o Regime Militar.