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Um estudante com escolarização descontínua apresenta baixa precisão e fluência de leitura. Após intervenção estruturada, melhora em consciência fonológica e leitura de palavras, mas permanece abaixo do esperado. Avaliações sensoriais não identificaram alterações capazes de explicar o quadro. Qual conclusão é admissível neste momento?
A persistência confirma transtorno específico, desde que a intervenção tenha incidido nas habilidades avaliadas e alcançado frequência suficiente.
O perfil mantém risco e requer monitoramento e avaliação interdisciplinar; a resposta observada não fecha o diagnóstico diferencial.
A melhora parcial afasta transtorno específico, porque dificuldades neurobiológicas não apresentam ganhos mensuráveis após ensino sistemático.
A combinação de déficit específico e avaliação sensorial normal permite concluir o diagnóstico, mesmo com escolarização irregular.
A investigação individual deve ser interrompida até que o estudante complete um período prolongado de escolarização contínua.