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Frade, Araújo e Glória (2018) discutem a emergência da força das práticas culturais de leitura e de escrita digital que vêm de fora do contexto escolar.
Para as autoras, os sujeitos que se alfabetizam na contemporaneidade e que já são usuários dos gêneros digitais passam a
substituir progressivamente as práticas escolares tradicionais de leitura e escrita por interações digitais mais sofisticadas e enriquecidas.
apresentar autonomia no uso crítico e ético das tecnologias, desvinculando-se das mediações pedagógicas propostas pela escola.
mobilizar os códigos digitais como estruturas neutras e técnicas de comunicação, permitindo um uso mais democrático e justo do conhecimento tecnológico.
enfrentar o esvaziamento da produção de sentidos culturais, éticos, estéticos e políticos em face à massificação da cultura pelo ambiente virtual.
construir outros sistemas semióticos, sendo preciso decifrar, registrar, compreender e produzir sentido para textos verbais ou multissemióticos.