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Um tema de grande interesse para Virgínia é o que diz respeito à relação entre planejamento e avaliação da aprendizagem. Estudando para o concurso de Professor Adjunto de Educação Básica I, promovido pela Prefeitura de Osasco, ela leu a obra de Boas e Soares (org., 2022), na qual verificou que em todos os espaços e momentos de afazeres escolares, tanto alunos quanto professores envolvem-se com diversas formas de aprendizagem e, por conseguinte, com distintas formas e diversos propósitos de avaliação. No artigo citado, Virgínia encontrou a seguinte reflexão: “Quando a prática avaliativa segue acompanhada do compromisso de formar integralmente os sujeitos, promovendo sua autonomia e sua emancipação, é da avaliação formativa que está se falando.
Nessa perspectiva,
avaliação e aprendizagem se fundem no ato educativo que se concretiza como meio de humanização e libertação”.
as práticas de avaliação do ensino são espontâneas, não demandam planejamento, instrumentos ou registros”.
conceitos e notas são totalmente dispensáveis e até contraindicados, porque desestimulam os alunos”.
a avaliação é sempre, apenas, autoavaliação do que foi aprendido e do esforço empenhado para isso”.
avaliação é sempre verificação rigorosa de tudo o que foi aprendido em relação ao que foi ensinado”.