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Rosemberg (“Políticas de Educação Infantil e avaliação”, 2013) estuda políticas de avaliação da Educação Infantil.
No entendimento da autora, é correto afirmar que
é possível incorporar a Educação Infantil a uma política de avaliação da educação básica, mas se adequando às especificidades dessa etapa da educação e das crianças às quais se destina.
a impossibilidade de acessar, de forma ética e objetiva, o desenvolvimento da criança pequena torna a avaliação da Educação Infantil impraticável, e a tentativa de realizá-la torna-se nociva aos seus sujeitos.
o segmento da Educação Infantil é aquele que, no Brasil, se encontra mais solidamente estruturado, com critérios e metodologias consolidadas e validadas por um histórico consistente de aplicação.
só faz sentido integrar a Educação Infantil às políticas de avaliação de outros segmentos se forem mobilizados os mesmos princípios e práticas, como indicadores de qualidade ligados ao desempenho cognitivo dos alunos.
é indesejável, apesar de possível, avaliar a Educação Infantil, pois seus resultados são pouco confiáveis e, portanto, prejudiciais à gestão das escolas e à estruturação de políticas públicas.