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Após uma avaliação diagnóstica, a escola constata que estudantes de diferentes turmas apresentam dificuldades recorrentes em leitura inferencial e resolução de problemas. No Conselho de Classe, alguns professores defendem registrar as dificuldades e aguardar a recuperação final; outros sugerem reorganizar agrupamentos, revisar estratégias didáticas e acompanhar evidências de aprendizagem ao longo do bimestre. No que se refere à função pedagógica da avaliação, é CORRETO afirmar que:
A análise dos resultados deve orientar intervenções pedagógicas tempestivas, combinando diagnóstico, acompanhamento formativo, replanejamento e recuperação contínua.
A avaliação diagnóstica cumpre sua função quando identifica lacunas iniciais, cabendo à avaliação somativa verificar posteriormente se os estudantes superaram tais dificuldades.
O Conselho de Classe deve preservar seu caráter deliberativo final, evitando transformar-se em espaço de estudo de evidências e revisão de práticas docentes.
A recuperação paralela deve ocorrer apenas para estudantes com baixo rendimento formalmente registrado, pois intervenções coletivas podem mascarar responsabilidades individuais.