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As discussões de Aldaíza Sposati (2000) sobre os conceitos de território vivo, e de Regina Mioto (2004) sobre o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários contribuem para a atuação do pedagogo em equipes de assistência social, conforme definido em suas atribuições e competências. Considerando essas informações, é correto afirmar que a atuação sustentada nessas discussões pressupõe compreender que
o território vivo se refere ao mapeamento das barreiras geográficas e prediais de uma comunidade, enquanto o fortalecimento de vínculos se refere às estratégias prescritivas para enquadramento comportamental dos núcleos familiares.
o território vivo é o espaço dinâmico de relações históricas, saberes e conflitos que condicionam a vida dos sujeitos e configura-se como a matriz para o fortalecimento de vínculos, cujo objetivo é potencializar a autonomia e a função de cuidado das famílias.
as privações estruturais do território vivo operam de forma isolada e sem interferência nas capacidades protetivas da matriz sociofamiliar, desobrigando o planejamento de ações de caráter intersetorial com as redes de educação e justiça.
o fortalecimento de vínculos familiares processa-se de modo espontâneo em seu núcleo, por meio de atividades de entretenimento recreativo despolitizado, exigindo que o pedagogo compreenda a necessidade de isolar os conflitos macroestruturais do território.
a família deve ser concebida como uma instância autônoma, capaz de prover todas as seguranças sociais de seus membros no território vivo, independentemente da oferta e do acesso às políticas públicas de proteção do Estado.