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Uma professora de História, nos Anos Finais do Ensino Fundamental, observa que os conflitos entre estudantes de uma turma de 9º ano vêm se intensificando: discussões durante atividades em grupo terminam em ofensas pessoais e exclusão de colegas, comprometendo o clima da sala.
O Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola prevê, entre seus princípios, a formação integral, o respeito à diversidade e a construção coletiva de normas de convivência.
Considerando os princípios do PPP e a necessidade de integrar a convivência ao processo de ensino e aprendizagem, a decisão pedagógica mais adequada para a sequência didática é
propor a construção coletiva de combinados de convivência com a turma, articulando-os aos conteúdos e às atividades da sequência didática, de modo que as normas sejam vivenciadas nas situações reais de aprendizagem.
encaminhar os estudantes envolvidos nos conflitos à coordenação pedagógica, a quem compete a mediação e as sanções disciplinares, retomando as atividades com a turma após a restauração do clima de convivência.
reorganizar os agrupamentos da turma, separando os estudantes que se desentendem, a fim de reduzir os atritos e assegurar o andamento das atividades previstas no planejamento.
adiar o trabalho com os conflitos para um momento específico de convivência, priorizando o cumprimento integral dos conteúdos da sequência didática, por considerar que a mediação de conflitos compete a um espaço próprio.
realizar um trabalho de mediação com os estudantes diretamente envolvidos no conflito, em caráter reservado, sem envolver o restante da turma, por considerar que a exposição coletiva poderia constranger os participantes.