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A professora Wilma, do segundo ano de uma escola pública de ensino fundamental, procurou a coordenação pedindo orientações de como proceder com sua turma altamente indisciplinada. A professora relatou que um dos alunos bate nos colegas, uma menina fala palavrões a todo momento, e um garotinho fica dando piruetas, correndo e rastejando pela sala de aula, atrapalhando o desenvolvimento das atividades. A coordenadora, com fundamento nos estudos de Vinha (1999), orientou acertadamente a professora Wilma a
colocar a criança em outro espaço para repensar suas atitudes, depois de explicar que seus modos atrapalham os colegas de sala.
avisar a diretora para que esta convoque os pais e lhes dê ciência do que ocorre e das regras da escola, para que adotem alguma medida corretiva.
explicar à criança, sempre que necessário, que o Regimento Escolar proíbe conversar, sair da carteira ou da sala, sem ordem expressa da professora.
elaborar regras com as crianças, estabelecendo limites do que podem fazer na classe, como meio de promover o comportamento autônomo.
fazer intervenções de imediato, logo após o comportamento inadequado, como forma de educar e dar exemplo para os demais alunos.