

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Atenção: As questões de números 43 a 46 referem-se ao conteúdo Educação.
A agenda de trabalho semanal dos profissionais participantes deste estudo incluía encontros e reuniões regulares, que contavam com a presença de toda a equipe, para estabelecer acordos ou encaminhamentos e socializar os casos atendidos pelos profissionais no acolhimento diário e nas visitas domiciliares realizadas pelos agentes comunitários de saúde (ACS). As discordâncias na abordagem e acompanhamento dos casos também eram tratadas nesse espaço de discussão e, dependendo da complexidade dos problemas, passavam para outro nível de decisão: a reunião de equipe da unidade básica de saúde (UBS). Durante as reuniões, observou-se que a equipe tem bom conhecimento das características do território de atuação e dos problemas de saúde da população adscrita, com destaque à complexidade da realidade social.
(Adaptado de: Escalda, P.; Parreira, C. M. S. F. “Dimensões do trabalho interprofissional e práticas colaborativas...”. Disponível em: https://scielosp.org)
Conforme o texto, o trabalho em equipes colaborativas
demanda, além do conhecimento especializado na área de atuação, habilidades de comunicação, conhecimento da realidade local e reuniões regulares.
fundamenta-se na concordância entre os profissionais, pois os conflitos impactam a qualidade do atendimento em uma realidade social complexa.
prescinde da organização de uma agenda de reuniões, que compromete a eficiência do atendimento, pois toda a equipe está ocupada com uma tarefa burocrática.
necessita de reuniões de trabalho quando a UBS se encontra em um local de alta complexidade, sem um hospital próximo.
exclui os agentes comunitários de saúde (ACS), que não fazem parte da equipe multidisciplinar, pois seu trabalho é externo, em visitas domiciliares.