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“Quem quer que se ocupe com a análise das concepções de criança que subjazem quer ao discurso comum quer à produção científica centrada no mundo infantil, rapidamente se dará conta de uma grande disparidade de posições.”
SARMENTO E PINTO (1997)
Em relação a essa disparidade de posições, Piaget (1896 – 1980) é responsável por uma grande revolução acerca dos estudos referentes à criança. De acordo com Piaget é CORRETO afirmar:
A criança é vista como um sujeito em processo de crescimento, com suas possibilidades orgânicas e mentais e portadora de seus próprios meios de viver e conhecer a realidade.
A criança é sujeita a um “manuseio” que pode ser adequado, ou não e poderá ser condicionada para desempenhar qualquer papel ou função, desde que bem treinada.
A criança não é um resultado do meio, mas sim de sua própria razão, que já nasce com ela e precisa ser desenvolvida.
A criança é um ser vazio, incompleto, e sua mente, uma página branca que deve ser preenchida a partir das novas experiências.
A criança vai elaborando seus códigos de comportamento conforme experimenta a satisfação ou não de suas necessidades em contato com o mundo externo e as pessoas.