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Em “Fazendo arte para aprender: a importância das artes visuais no ato educativo”, as autoras afirmam: “O desenho é uma das manifestações semióticas, isto é, uma das formas através das quais a função de atribuição da significação se expressa e se constrói. Desenvolve-se concomitantemente às outras manifestações, entre as quais o brinquedo e a linguagem verbal (PIAGET, 1973). A criança, inicialmente, vê o desenho como simplesmente uma ação sobre uma superfície, sentindo prazer em “rabiscar”, explorar e descobrir as cores e novas superfícies. Essa é a chamada fase da garatuja”
A ideia revela que:
É necessária uma atenção para a garatuja, pois é comum crianças não evoluírem em suas estruturas de desenho.
Com as novas experiências de mundo que a criança adquire, as garatujas vão se estruturando e ganhando formas definidas e passam em seguida para a produção do desenho geométrico.
A garatuja é característica somente da primeira infância e, a partir dos dois anos, as crianças devem estruturar seus desenhos com formas, cores e identificação geométrica.
Com as novas experiências de mundo que a criança adquire, as garatujas vão evoluindo, ganhando formas definidas com maior representação dos desenhos.
Com a pintura de desenhos mimeografados, a garatuja se solidifica e sua evolução, em seguida, caracteriza-se na produção das diferentes formas geométricas.